quarta-feira, 27 de junho de 2012

Capítulo 1 - E sem mais delongas...


Capítulo um
Uma infância estranha
O meu nome é Leonardo S. Jacobson, eu nasci em uma família antiga de sangue africano, embora não seja negro, tenho a altura e a pele resistente de um africano, desde pequeno eu era amaldiçoado por …....... desculpe, não posso escrever esse nome ainda, sempre que tentar, isso acontecerá. Eu nasci no Peru, e, embora minha família fosse respeitada e admirada em toda a cidade, era também sigilosa sobre certas coisas. Quando eu era pequeno, eu tinha um incansável desejo de explorar a minha casa enorme, vivia passando entre os corredores, abrindo cada porta, até minha mãe ou pai me acharem; enfim, uma de minhasexpediçõesme levou uma vez até o porão, eu fui ate uma região que ninguém ia, e achei um alçapão enorme trancado e parafusado, como se quisesse desesperadamente manter algo dentro trancado.
Quando eu me aproximei, sem querer pisei em algumas pedras soltas no chão e fiz um barulho pequeno, mas audível. De repente comecei a ouvir uns tipos de rusgados ensurdecedores vindo de baixo do alçapão, e, de repente, a porta do alçapão começou a ser sacudida do lado de dentro, como se lá tivesse um animal enorme querendo me trucidar a qualquer custo. Eu morri de medo e comecei a chorar, no mesmo momento, me veio um frio na espinha como se algo estivesse errado por ali, ai minha mãe me achou e me levou embora de lá. Esse foi meu primeiro de muitos encontros com os segredos da minha família.
Esperem, tem mais um: Quando eu tinha 9 anos decidi a explorar o meu quarto um pouco mais, depois de um dia inteiro trancado, não tinha achado nada demais, desci e fui tomar banho, quando terminei, mamãe disse que amanhã nós íamos viajar para New Orleans ( já mencionei que éramos ricos ? Pronto, pode morrer de inveja.) nós estávamos de férias, subi para o meu quarto e, quando fui até o guarda-roupa, o piso rangeu, estranhei o barulho e fiquei pisando em cima, até perceber que era um ladrilho solto, tirei ele e percebi um alçapão, era de madeira rústica com inscrições em latim, e perto da fechadura estavam as três luas, parecia velho, mas era muito bem preservado, ele era grande o suficiente para eu caber nele, hesitei, mas entrei nele e desci.
Primeiro atravessei uma escada um tanto íngreme, quase escorreguei muitas vezes, depois de muita descida, cheguei a uma câmara enorme, mas estava mais para um corredor, atravessei-o, e cheguei em outra escada, dessa vez menos íngreme, e vi, lá em cima, outra porta, abri e me vi dentro do porão perto de uma cortina com luzes dentro.
Em New Orleans me ocorreu outra coisa, eu estava em uma praia, quando vi uma mulher estranha, primeiro : Ela usava uma máscara esquisita, meio vodu, meio indígena Brasileiro, seus braços eram pintados de um vermelho-azulado, ela me atraiu para uma casa velha, perto do mar, mas isolada do limite da praia perto de uma área escura, nunca vou me esquecer daquilo, era uma casa grande, cercada de mato, dela emanava um cheiro podre, ela me levou até uma pedra e me prendeu lá com a ajuda de um homem, falou algo que eu não entendi, ela tinha um sotaque asiático.
Pegou uma faca de pescador ( aquelas bem grandes para cortar os peixes ) e tentou me acertar no peito; algo me tocou, eu chutei a faca para longe. O que era quase impossível, o pé deveria estar amarrado; ela praguejou em inglês, e correu.
Olhei para meu corpo, minha perna estava marcada com um triângulo, e eu estava solto ! Essa marca ainda hoje está em mim.
Outro acontecimento estranho na minha infância foi uns 2 anos depois do último e mais sobrenatural ainda. Eu tinha 11 anos quando fui ate o meu quarto dormir, eu tinha ficado acordado até muito tarde e era quase meia noite, eu fui de fininho porque pensei que meus pais iam surtar porque eles sempre diziam que era muito perigoso ficar acordado até meia noite naquela casa, quando eu perguntava o porquê eles ficavam calados por um tempo e mudavam rapidamente de assunto ou me mandavam fazer algo na maioria das vezes, desnecessário. Quando eu me lembrei disso, eu tive uma vontade de ficar acordado até depois da meia noite, para ver o motivo. Então, quando faltava meio minuto para a meia noite o velho relógio cuco da casa estava badalando, que mais alto do que o normal, como se tivesse tentando chamar algo, mais uma vez eu senti aquele frio incontrolável na espinha, o que me fez lembrar da última vez que eu o tinha sentido, então escutei de novo a coisa no porão rosnar e se mexer dentro do alçapão, e depois eu senti um frio enorme, seguido de ruídos e passos na escada, ai eu vi uma luz no corrimão e tudo ficou escuro, sentindo que estava sendo puxado pelas mãos e minha boca estava sangrando, desmaiei. Quando eu acordei eu estava na cama com o cobertor posto e havia uma tabua em cima de mim. Quando olhei a tabua estava marcado o seguinte nela:DURMA E PARE DE BISBILHOTAR. Nunca falei isso para ninguém e quando amanheceu, joguei a placa macabra no caminhão de lixo, ainda com cabelos em pelo aviso que me foi dado. E que eu devia ter obedecido.
Outro caso foi quando eu limpava o jardim da frente, conhecido por ser o lugar mais “seguro” da casa por mim. Cara como eu estava enganado! O que eu vou contar agora foi tão arrepiante que tenho medo até de escrever; mas, vamos lá.
Tinha que ser rápido, pois estava anoitecendo, e pelo trabalho que me faltava, se não me esforçasse só iria acabar depois da meia noite. E eu realmente não queria isso. Mas aconteceu, eu fui me distraindo, distraindo e quando notei, era 5 minutos para a meia noite! Dessa vez eu não dei bobeira, dei uma rápida geral e fui correndo para dentro, mas eu estava muito longe do portão da casa, quando eu estava quase alcançando, ele se fechou rapidamente e eu vi, na entrada da casa, uma espécie de procissão demoníaca vindo até minha casa, era um conjunto de luzes vermelho-azuladas dobrando a rua vindo até aqui, então eu escutei o rosnado e os movimentos frenéticos da criatura do alçapão. Depois escutei passos no andar do meio, onde ficava o meu quarto e o quarto do meu irmãozinho de 4 anos, como se checasse nossa presença nos quartos, de repente escutei um tipo de gemido, o que quer que seja que estivesse se certificando de que nós estávamos no quarto tinha me descoberto!
E escutei passos pesados e rápidos na escada, descendo até o portão, agora tinha que escolher; a procissão macabra que já estava bem perto da casa ou a assombração que queria que eu fizesse companhia a ela no além túmulo. Fiquei quase a ponto de um infarto de ansiedade e medo, de novo aquele frio na espinha, agora quase incontrolavelmente grande me mostrava que eu devia ter ido dormir logo que desse 22hrs. Como tinha planejado. Agora eu sentia algo atrás de mim, algo que não devia estar tão perto, e escutei uma voz rouca e grave ao mesmo tempo dizendo:
-Eu lhe avisei garoto !
De repente senti um forte puxão no pescoço e tudo ficou escuro. Quando acordei, estava no meio da procissão de luzes macabras que já estavam dentro de casa falando com alguém e cantando coisas estranhas que não consegui repetir, mas que me davam um misto de medo e raiva, estava sem um dedo, e vi que o mesmo estava sendo queimado em uma fogueira no meio das luzes, e eu estava sendo arrastado pelo espírito da minha casa até uma igreja próxima que ninguém entrava por ser escutado coisas estranhas lá.
O espírito parecia arrependido de ter me desacordado e me levou até uma janela da igrejinha onde dava para ver direitinho a lua, no momento, crescente, fui colocado no parapeito e o espírito começou a murmurar coisas que me deixavam estranho. Depois senti algo úmido no lugar onde já esteve meu dedo e uma dor lastimante. Quando olhei, o dedo estava no lugar novinho. Aí tudo ficou mais claro, ele não queria me matar, e por isso me protegeu da procissão que queria tirar minha vida, como fizeram com ele, o velho Stone, o jardineiro da casa. Ele tinha desobedecido aos meus pais uma vez quando eu tinha 3 anos e trabalho no jardim até depois da meia noite. Ele tinha sido sacrificado em um pedestal que tinha nos fundos da casa e seu corpo foi incinerado com ervas e corpos de animais estranhos pela procissão macabra. Ele só queria que o mesmo que aconteceu com ele não acontecesse comigo, desde então virou meu guardião pessoal. Eu não sabia, mas ele ia ser muito útil.

SÓ NÃO ESQUEÇAM !
POR ENQUANTO ELE É PEQUENO, MAS VOU AUMENTÁ-LO.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

1° Capítulo - Título lançado

Olá viajantes da internet.
Hoje vou dizer que estou no 3° capítulo do livro, mas não me conformei com o 1° e resolvi mudar algumas coisas nele, por isso não o postei no blog ainda, mas já posso dizer o título :
Uma infância estranha - Capítulo 1 - O começo de tudo - Série As crônicas de um viajante.
Por agora é só
Bom feriado.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Estatísticas do blog
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Me gusta ser famoso

estou feliz, feliz, felizfelizfeliz...

Olá poucos leitores do blog, hoje lhes trago uma boa notícia, achei uma editora chamada bookmakers, talvez possa ser a editora que publique meu livro
Bem, já achei ela, mas duas coisas me impedem :
1  o livro não está completo ainda
2  sou menor de 18

essa ultima não me barra por completo, se eu conseguir a permissão de um responsável, mas tudo vai se arranjar.
 bem, é um raio de esperança.

O começo de tudo : sinopse

Leonardo Jacobson é um menino de 17 anos cujos pais estão desaparecidos. neste 1° volume da serie, ele narra os primeiros acontecimentos de seu "ramo" de viajante, também conta detalhes da sua infância, e como sua tia avó lhe mandou procurar por uma pessoa chamada Marcos. Afinal quem será essa pessoa que a tia avo alertara por ser desagradável ?
Descubra nessas memórias.

sábado, 2 de junho de 2012

O começo de tudo

Olá leitores ficcionistas do mundo que tem computadores, estou lançando esse blog para ser o blog oficial da minha nova série : AS CRÔNICAS DE UM VIAJANTE.
O 1° livro : O começo de tudo, está sendo escrito agora mesmo, vocês podem reclamar que os capítulos são muito pequenos, mas estou começando agora e não tenho muito tempo, todas as sugestões são anotadas e analisadas o mais cedo possível, peço a colaboração de todos. Obrigado.
                                    Aqui vão as dedicatórias do livro

Á minha madrinha Rita, que me deu o ótimo hábito de leitura,
Á meus pais e minha avó Maria, que me educaram para grandes coisas,
Á minha prima, uma boa ajudante de enredo.
E a meus amigos, em geral.

Aqui vão os endereços de contato, peço que não deixem suas sugestões como comentarios dos posts do blog.

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aki o link para os preguiçosos.

 E-mail : filipefreire.alencar@gmail.com.
até mais.